Dia 6 marcamos encontro em Faro
Esta sexta-feira, no Club Farense, falaremos de Política de Cidades no Algarve.
A governação nos planos internacional e nacional atravessa tempos turbulentos e perturbadores. Neste contexto, a dimensão local da vida, da organização económica e da construção de alternativas ganha um significado muito particular. Especialmente se considerarmos o papel que as cidades podem ter, tanto na resposta aos que as habitam como na organização de um território nacional estruturado e articulado.
É esta a discussão que a Causa Pública tem procurado promover sobre Portugal reunindo um conjunto de especialistas que prepararam os documentos discutidos no Fórum Portugal Precisa de uma Política de Cidades (Coimbra, 28 de junho de 2025). Mais informações aqui.
Pela sua estrutura urbana, pelo grau de integração territorial que lhe confere um estatuto muito diferenciado no país, o Algarve oferece condições relevantes para prosseguir e aprofundar este debate, contando com atores locais muito qualificados.
Na sexta-feira, dia 6 de fevereiro, às 19h, em Faro, debateremos a política de cidades no Algarve.
Apelamos aos nossos subscritores do sul do país que se juntem a nós e/ou, se tiverem conhecidos a residir no Algarve, que divulguem a iniciativa junto dos mesmos.
Acontece(u)
União Europeia deve responder à nova doutrina de Segurança Nacional dos EUA
“A Segurança Europeia após a nova doutrina Trump” foi o tema do primeiro debate de 2026 organizado pela Causa Pública, que teve lugar no dia 22 de janeiro, na livraria Almedina em Lisboa.
Com a participação de Álvaro Vasconcelos, fundador do Instituto de Estudos de Segurança da UE e ex-director do Instituto de Estudos Estratégicos e Internacionais de Lisboa, de Ana Gomes, jurista, diplomata, ex-candidata à Presidência da República e ex-eurodeputada e de Pedro Tadeu, jornalista e comentador, o debate foi moderado por José Vítor Malheiros, diretor do emcausa.org.
Organizado no âmbito da parceria entre a Causa Pública e a Almedina, a sessão contou com uma sala cheia, apesar das condições meteorológicas pouco convidativas, e muitas intervenções de quem a ela assistiu.
Apesar da diversidade de pontos de vistas apresentados pelos elementos do painel sobre a nova era das relações internacionais, onde os resquícios de direito que ainda vigoravam nas relações entre Estados correm o risco de ser substituídos por uma mais descarada lei do mais forte, os comentadores sublinharam a responsabilidade particular que recai sobre a União Europeia, que deve ultrapassar as suas divisões internas, reforçar a sua autonomia estratégica e diversificar parcerias, mas manifestaram diferentes graus de confiança nessa afirmação da UE.




